Da sala de corte ao RH: sustentabilidade ganha estrutura na confecção brasileira
Entre as prioridades estão eficiência no uso de recursos (79%) e redução e reaproveitamento de resíduos têxteis (77%). Em média, 7,2% do tecido utilizado na produção transforma-se em retalho. No entanto, 35% das empresas já mantêm perdas de até 5%, enquanto apenas 19% registram índices superiores a 10%, sinalizando espaço para ganho de eficiência e redução de custos.
O estudo também revela controle crescente na destinação de resíduos industriais: 99% indicam destinação adequada para retalhos e aviamentos, 85% para papéis e 76% para plásticos. A adoção de matérias-primas certificadas e recicladas já está presente em 16% das empresas, sendo que 65% desse grupo afirma ampliar o consumo desses insumos.
Além do eixo ambiental, a pauta social avança. Políticas de diversidade, equidade e inclusão estão presentes em 80% das empresas pesquisadas, com foco em combate à discriminação, promoção da igualdade salarial e ampliação da acessibilidade para pessoas com deficiência.
Mais do que tendência, a sustentabilidade passa a integrar planejamento, orçamento e posicionamento competitivo. A indústria da moda brasileira se reposiciona diante de um mercado que exige rastreabilidade, transparência e compromisso efetivo com práticas responsáveis.
Fonte: Redação Foto: Divulgação
guiajeanswear- Por Anna


